CONTRA-INSURREIÇÃO EM ÁFRICA 1961-1974 : O Modo Português De Fazer A Guerra * John P. Cann * 1998

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CONTRA-INSURREIÇ;O EM áFRICA  1961-1974 : O Modo Português De Fazer A Guerra

John P. Cann

Traduç;o de Ana Dias Dinorah Ferreira

1ª Ediç;o

PUBLICAÇ;O: S. Pedro do Estoril : Atena, 1998

DESCR. FiSICA:Br.; 265 p. : il. ; 24 cm

NOTAS: Tit. orig.: Counterinsurgency in Africa : the portuguese way of war, 1961-1974BIBLIOGRAFIA: Bibliografia, p. 257-264Obs.: ;Este estudo de John P.Cann é o primeiro relato completo das Campanhas de áfrica feito em lingua inglesa. O autor, que esteve colocado em Portugal no âmbito das suas funções como militar da NATO, interessou-se pelo “modo português de fazer a guerra”, que permitiu a Portugal manter uma guerra em três frentes, a milhares de quilómetros do continente, durante treze anos. as soluções encontradas pelos militares portugueses devem, segundo o autor, servir de exemplo a outros paises que tenham de enfrentar situações semelhantes.;Sinopse:Portugal foi a primeira potência colonial a chegar a áfrica e a ultima a sair. Enquanto outros estados europeus davam a independência às suas possessões africanas, Portugal decidiu ficar a lutar, apesar das poucas probabilidades de vir a ser bem sucedido. Constitui um feito notável que o tenha conseguido com êxito durante treze anos nas três frentes de Angola, Guiné e Moçambique, em especial para uma naç;o de recursos t;o modestos. O Dr. Cann chama atenç;o para esta importante campanha de contra-guerrilha, ofuscada pelo envolvimento dos Estados Unidos no Vietname e hoje largamente esquecida pelos eruditos n;o portugueses.John P. CannJohn P. Cann, oficial-aviador da Marinha norte-Americana na reserva, fez parte do gabinete do Secretário Auxiliar da Defesa para Operações Especiais e Conflitos de Baixa Intensidade e, depois, do gabinete do Subsecretário de Estado da Defesa.Doutorado em Estudos de Guerra pelo King’s College, da Universidade de Londres, tem publicado artigos sobre o tema da contra-insurreiç;o. Prestou também serviço no Pentágono e no comando Ibérico da Nato, em Oeiras.

Com dedicatória e assinatura de posse na folha de rosto

35

Esgotado

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