CACIMBO EM ANGOLA Eduardo Teófilo 1966 1ª Edição

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Cacimbo em Angola : Notas, Contos, Crónicas e Narrativas / Eduardo Teófilo AUTOR(ES): Teófilo, Eduardo, 1923-1963 PUBLICAÇ;O:Sá da Bandeira : Livr. Imbondeiro, 1966 DESCR. FiSICA: Br.,189 p., 1 f. ; 20 cm COLECÇ;O: Imbondeiro ; 18 1ª Ediç;o Notas:

; Tal como aconteceu com muitos dos autores que nasceram na ent;o metrópole, e posteriormente se deslocaram para áfrica, Eduardo Teófilo iniciou a sua carreira literária com textos cujas temáticas reflectiam essas origens.

Sendo essencialmente poeta e ficcionista, o autor começou, contudo, por publicar um conjunto de crónicas sob o titulo Alentejo n;o tem Sombra (1954), a que se seguiu o volume de poemas Vida ou Pecado (1955). Já em Angola, onde chegara em 1954, Eduardo Teófilo lançou o seu primeiro volume de contos, Estrelas da Noite Escura (1958), sob a égide das Publicações Imbondeiro, que aliás editaram posteriormente os seus contos Tempestade (1960) e O Regresso do Emigrante (1961). O autor publicara entretanto a colectânea de contos Quando o Dia Chegar (1962), que recebera o prémio Fialho de Almeida, concluindo a sua produç;o como contista com o volume Contos Velhos (1971). A sua produç;o poética veio a incluir ainda Primeiro Livro de Horas (1964). Apesar da longa estadia em áfrica (1954-1975), Eduardo Teófilo n;o reproduziu exclusivamente essa experiência na maior parte da sua obra escrita no continente africano. Cacimbo em Angola, um conjunto de "notas, contos, crónicas e narrativas" de acordo com a classificaç;o do próprio autor, surge com um livro de conteudo obviamente heterogéneo. Ai se publicam contos dos anos 50 e republicam narrativas de anos posteriores, entretanto saidas nas publicações Imbondeiro. Ai surgem também informações e reflexões importantes sobre a colecç;o Imbondeiro, os seus dinamizadores, Garibaldino de Andrade (1914-1970) e Leonel Cosme (n. 1934), e as vicissitudes que entretanto afectaram a editora. Ai surgem, finalmente, extraordinárias e inesperadas considerações, como aquelas que encontramos na "nota" Miss;o Sagrada – "Já quase deixei de ler jornais, quer nossos quer dos outros. A Rádio, já a n;o escuto. (…) E s;o páginas exaltadas dos nacionalismos de uns, cheirando a neo-fascismo odiento, ou frases empoladas de um marxismo ortodoxo, ultrapassadas e que já n;o convencem, palavras que mais cavam os abismos fundos, abertos, a dividir os homens, que mais acendem ódios, em lugar de unir e empolgar." ;                                                                publicado in blogdaruanove  

   

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